CIA - Laboratório Vivo do Bussaco

O Centro de Interpretação Ambiental – Laboratório Vivo do Bussaco, nasceu em 2015, numa parceria com a Fundação Mata do Bussaco.

É um investimento da autarquia com recurso a Fundos Comunitários, no âmbito da estratégia municipal de promoção do desenvolvimento sustentável e da preservação e valorização do Bussaco, no seu conjunto arquitetónico e ambiental, candidato a Património Mundial da UNESCO.

O Laboratório Vivo do Bussaco pretende sensibilizar a comunidade, com enfoque no público escolar, para os desafios da sustentabilidade do planeta e importância da sua preservação, exigindo participação ativa de todos os cidadãos, para aumentar o conhecimento científico, reforçar a identidade cultural, promover o desenvolvimento turístico sustentável e preservar o ecossistema da Serra do Bussaco.

As atividades dividem-se em dois espaços: CIA/Parque Urbano onde funciona o laboratório científico; e, Laboratório Vivo, onde em articulação com o serviço educativo do Bussaco são desenvolvidos Foras de Portas para Famílias, Recriações Históricas e Eventos Culturais e Desportivos.

Para que o Bussaco ganhe visibilidade, foi desenvolvido o "Criar raízes", onde as empresas e associações da região, na sua responsabilidade ambiental e social doam árvores, que são plantadas em ações de voluntariado e apadrinhadas por figuras públicas, que já ultrapassa os 5 milhares de cidadãos envolvidos.

As actividades do CIA, inserem-se num trabalho de educação para a cidadania, património, ambiente e ciência, de âmbito não formal, materializado-se num laboratório vivo. Estas são identificadas com base numa metodologia participativa (bottom-up) de auscultação dos participantes das sessões, comunidade escolar e associações, de modo adequá-las aos principais temas curriculares, estão agrupadas da seguinte forma: ações de sensibilização; ações de formação; workshops; percursos de descoberta do Parque da Cidade e da Mata; ateliês de laboratório; oficinas de reutilização; comemoração de efemérides ambientais (ex: Dia da Terra); Exposições temporárias; e, concursos de reutilização de materiais.

Assume-se como uma Living Lab, embora ainda não esteja formalmente constituído, transformando a comunidade e a mata num laboratório de experimentação de soluções ecológicas e de preservação ambiental (ex: atração de auxiliares para as plantas, construindo ninhos de insectos e pássaros).

A metodologia de grupo assume-se como reflexiva das situações de vida, incidindo numa adaptação do Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV), do psicólogo americano David Kolb (1990), que parte de uma experiência individual e de grupo, e reflete sobre ela.

 

O projeto obteve os seguintes reconhecimentos públicos:

  • 6º lugar no prémio de Boas Práticas da Rede das Autarquias Participativas 2017
  • Lista do 20 finalistas da XII Distinção "Boas Práticas na Participação Cidadã" do Observatório Internacional de Democracia Participativa, cujos resultados serão revelados em novembro de 2018.

Mais informações - Centro de Interpretação Ambiental 

 



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