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Músicos do Brasil, França, Ucrânia e Portugal na 2ª edição do Festival de Jazz da Mealhada

03 agosto, 2018

Músicos do Brasil, França, Ucrânia e Portugal na 2ª edição do Festival de Jazz da Mealhada

A 2ª edição do Meajazz vai trazer à cidade da Mealhada, nos dias 7 e 8 de setembro, a partir das 21 horas, oito grupos com músicos provenientes de quatro países - Brasil, Ucrânia, França e Portugal -, todos eles com estilos e sonoridades muito diferentes. O Festival de Jazz da Mealhada, que se realizará em frente à Câmara Municipal, vai manter, este ano, o registo de entradas gratuitas.

Depois do sucesso alcançado, em 2017, na edição estreia do Meajazz, o evento volta a propor um cartaz com vários subgéneros de jazz, do dixieland (1910) ao Swing das Big bands (1930 e 1940), do bebop (1940) ao jazz latino (1950 e 1960) e ao jazz de fusão (1970 e 1980).

Do mais clássico ao mais alternativo, na primeira noite (7 de setembro), o cartaz conta com Marcelo dos Reis e a sua aclamada guitarra; com a brasileira Bluebell, que nos transporta para um mundo de cabaré moderno e bem-humorado; com Karlos Rotsen, que, na bagagem, traz o jazz caribenho; e com a Synesthesia Sextet, ensemble que junta virtuosos músicos portugueses, ucranianos e brasileiros.

No segundo dia (8 de setembro), sobe ao palco a francesa Fanny Roz, o brasileiro Léo Middea (apelidado de "pequeno Caetano Veloso"), Susana China (cantora e compositora que vê na sua voz mais um instrumento) e a Orquestra Smooth, que irá passar em revista os clássicos das orquestras norte-americanas e temas de Glenn Miller, Ella Fitzgerald ou Duke Ellington.

"O ano passado o cartaz já tinha uma qualidade elevada, mas este ano conseguimos elevá-la ainda mais, com músicos da primeira divisão do jazz. Mas o melhor é mesmo testemunhar o que estou a dizer, até porque a entrada é gratuita", referiu Pedro Seixas, da Motivos Alternativos, coprodutora do evento.

"Com o cartaz de elevada qualidade que apresentamos, estão reunidas as condições para ser um sucesso", afirma o presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, um melómano e grande fã de jazz e fã de músicos/compositores que serão recordados neste festival da Mealhada.

"Não nos resignamos e tentamos fazer sempre mais. Tentamos pôr no terreno vários eventos culturais e, com o festival de jazz, procuramos mostrar outra música, dar a possibilidade às pessoas de conhecerem outras músicas", refere o autarca.

A aposta da Câmara da Mealhada num festival de jazz, como parte integrante do programa "Verão é na Mealhada", surge da tentativa de diversificação da oferta cultural na cidade e até na região. Não existe nenhum evento do género nas proximidades e com entradas completamente livres, uma característica só possibilitada pelo apoio do restaurante "Rei dos Leitões". "É um imenso orgulho contribuir para a realização deste festival. Esta segunda edição é a confirmação de que a primeira foi um êxito uma terceira é quase uma certeza", referiu Paulo Rodrigues, do restaurante Rei dos Leitões.

O presidente da Câmara da Mealhada enalteceu a "postura de não nos deixarem sozinhos" dos responsáveis do Rei dos Leitões e apelou a que outros empresários apoiem o município. "Às vezes também precisamos de apoio porque o município também faz investimento avultados – por exemplo na participação de feiras - procurando ajudar os empresários. Quando pedimos apoio, pedimos a toda a gente e gostávamos de sentir esse apoio, que é em favor do município", referiu Rui Marqueiro, esta manhã, na conferência de imprensa de apresentação do Meajazz.

Press - Ficheiro PDF Press Release - 03 agosto 2018






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